
Há altura na vida em que sentimos a necessidade de parar e reflectir sobre o que andamos a fazer. Todos já sentimos isso, quanto mais não seja uma única vez na vida. Eu já senti várias vezes esta necessidade e sempre que parei para reflectir, o retorno dessa reflexão foi muito positivo. É como que se tirássemos uns minutos só para nós, para olharmos para dentro de nós próprios e percebermos afinal quem somos.
Com o ritmo alucinante que a andamos nesta vida, com horas mal dormidas, refeições saltadas e falta de tempo para estarmos connosco próprios, chegamos a uma certa altura em que só nos apetece dizer “basta”. E basta mesmo!
Dei por mim a analisar as 24 horas do meu dia. Se podemos dormir 8 delas, trabalhar nas outras 8, onde ficam afinal aquelas 8 que são destinadas ao lazer? Percebi que não dormia mais do que 6 horas por dia, que estava a trabalhar mais de 12 horas e as que restavam ainda eram sacrificadas com trabalho que teimava em trazer para casa. Para quê? Para nada!
Cada vez mais vivemos o trabalho como se fosse a nossa única vida. Não sei se por assumirmos funções de chefia e que exigem mais de nós, se pela crise empresarial que se faz sentir, se por puro perfeccionismo, se por nós próprios. Mas, o trabalho é apenas “uma pequena parte importante” da nossa vida. Nada mais do que isso. Nada mesmo.
Para quê esgotarmo-nos em algo que nos rouba o que de melhor temos, ou seja, tempo disponível?
Para quê correr todos os dias, à mesma hora e com a mesma intensidade, para assegurar prazos?
Para quê tanto stress quando em menos de uma fracção de segundos a vida vai-se, assim, sem mais nem menos?
É apenas uma reflexão.
Com o ritmo alucinante que a andamos nesta vida, com horas mal dormidas, refeições saltadas e falta de tempo para estarmos connosco próprios, chegamos a uma certa altura em que só nos apetece dizer “basta”. E basta mesmo!
Dei por mim a analisar as 24 horas do meu dia. Se podemos dormir 8 delas, trabalhar nas outras 8, onde ficam afinal aquelas 8 que são destinadas ao lazer? Percebi que não dormia mais do que 6 horas por dia, que estava a trabalhar mais de 12 horas e as que restavam ainda eram sacrificadas com trabalho que teimava em trazer para casa. Para quê? Para nada!
Cada vez mais vivemos o trabalho como se fosse a nossa única vida. Não sei se por assumirmos funções de chefia e que exigem mais de nós, se pela crise empresarial que se faz sentir, se por puro perfeccionismo, se por nós próprios. Mas, o trabalho é apenas “uma pequena parte importante” da nossa vida. Nada mais do que isso. Nada mesmo.
Para quê esgotarmo-nos em algo que nos rouba o que de melhor temos, ou seja, tempo disponível?
Para quê correr todos os dias, à mesma hora e com a mesma intensidade, para assegurar prazos?
Para quê tanto stress quando em menos de uma fracção de segundos a vida vai-se, assim, sem mais nem menos?
É apenas uma reflexão.
1 comentário:
Amiga,
Concordo totalmente. Existem épocas da nossa vida que estamos tão preocupados com tanta coisa e que última coisa em pensamos é em nós. Será que vale a pensa?
Beijinho
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